Apartheid

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Caminha


Algo que me faz escrever romance
e afeta meu olfato ao ponto de transar
meus passados e presente
caído de algum lugar mais perto que imagino

Merece ser contado, vestido
de panos brancos, florido
não no pano, no sorriso

E eu que difícil nunca transformo
o que tem que ser
embolo, sacudo, remexo, esfolo
sossego, quem disse, eu tenho, agora
nunca mais

Desfez, refaz, contrai e explode
eu sou homem, 
e ela, bonita até brilhar
não será nem foi
é algo de cheirar.

3 devaneio(s):

Anônimo disse...

A fonte negra sobre este fundo escuro dificultou bem a leitura. Ó, como o autor é perverso.

Entretanto, cheiremos.

Anônimo disse...

Que seja doce.

Anônimo disse...

Obrigada.

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